Caiado ainda cobrou diplomacia do Brasil: "Não se governa na esculhambação", disse sem citar que o presidente Lula não comentou os ataques de Milei
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| © Geraldo Magela/Agência Senado |
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Pré-candidato ao Planalto, o ex-governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta terça-feira (28/07) que o presidente da Argentina, Javier Milei, fez um "escândalo" durante a convenção do senador Flávio Bolsonaro (PL) no último fim de semana. Ele também criticou a diplomacia do governo Lula (PT) e defendeu que "não se governa na esculhambação".
Em sabatina do Correio Braziliense, Caiado afirmou que, se for eleito, pretende "resgatar a liturgia" da Presidência. "Você não pode ridicularizar conversas, baixando o patamar da discussão. Não pode dizer: 'Ah, a dentadura dele é melhor do que a do [Donald] Trump", disse, em referência a falas de Lula.
"Aí o outro [Javier Milei] vem aqui, faz escândalo lá e, de repente, se acha no direito de xingar presidente, xingar ministro. O outro [governo Trump] se acha no direito de vir aqui saber como vai auditar [as eleições]. Calma lá. Devagar com o andor que o santo é de barro", completou o ex-governador.
No sábado (25/07), durante o evento que oficializou a pré-candidatura de Flávio, Javier Milei chamou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes de "lixo careca" por não ter autorizado que ele visitasse o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por tentativa de golpe de Estado.
Na mesma semana, o jornal The Washington Post revelou que houve uma tentativa americana de enviar funcionários do Departamento de Estado dos EUA ao Brasil para lançar dúvidas sobre a integridade e a transparência do processo eleitoral brasileiro. O Itamaraty negou o visto dos auxiliares da Casa Branca.










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