Ainda assim, presidente dos Estados Unidos afirmou que manterá bloqueio a portos do Irã
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| Presidente dos EUA, Donald Trump • REUTERS/Evan Vucci |
"Com base em conversas altamente produtivas com lideranças do Oriente Médio, decidi substituir a Taxa de Reembolso aos Estados Unidos de 20% por acordos comerciais e de investimento que os vários países do Golfo realizarão com os Estados Unidos", afirmou ele em uma publicação na Truth Social.
Autoridades do governo Trump haviam questionado anteriormente a viabilidade e a legalidade da cobrança de taxas em vias navegáveis internacionais. "É uma via navegável internacional. Nenhum país tem permissão para cobrar pedágios ou taxas em uma via navegável internacional. Isso é o que determina o direito internacional vigente", disse o secretário de Estado americano, Marco Rubio, no mês passado.
O vice-presidente JD Vance também havia enfatizado que a posição do governo era a de que "vias navegáveis internacionais devem ser livres de pedágios". E o próprio Trump já havia dito anteriormente que os EUA queriam que o estreito fosse "livre".
"Queremos que ele esteja aberto. Queremos que seja livre. Não queremos pedágios. É internacional. É uma via navegável internacional", disse Trump em maio.
Após o anúncio sobre as taxas na segunda-feira (13), a Organização Marítima Internacional havia dito que a passagem pelo estreito "deve permanecer livre de quaisquer pedágios e taxas, de acordo com o direito internacional".
O Reino Unido também pontuou que mantém sua posição de que o Estreito de Ormuz deve ser reaberto "sem pedágios ou taxas".
Edição: Alexya Sertão
Blog Sertão News, 14/07/2026















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