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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026 EM PETROLÂNDIA - PE: Veja como foi a votação de cada candidato

Saiba os candidatos mais votados em Petrolândia (PE) para presidente, governador, senador, deputado federal e estadual

Apuração das Eleições 2026 — Foto: Editoria de Arte / O Globo

No governo do estado, João Campos (PSB) conquistou 55,02% dos votos. Raquel Lyra (PSD) chegou a 44,03%, e Ivan Moraes (PSOL), 0,58%. Veja a apuração para governador no estado.

No legislativo, a disputa ao Senado traz Marília Valença Rocha Arraes De Alencar (PDT) com 32,15% dos votos, seguida por Humberto Sergio Costa Lima (PT), com 31,33%. Veja a apuração para senador no estado.

Silvio Serafim Costa Filho, do REPUBLICANOS, foi o nome à Câmara Federal mais votado do município, com 27,60% dos votos. Rosa Karina Souza De Amorim (PT) aparece em seguida com 8,67% dos votos, e José Carlos Veras Dos Santos (PT), com 6,27% dos votos. Veja a apuração para deputado federal no estado.

Bruno Matheus Carvalho Marques, do PSB, lidera a votação do município para a Assembleia Estadual, com 56,73% dos votos. Na sequência ficaram Maria Regina Da Cunha (PODEMOS), com 7,90%, e Ivete Caetano De Oliveira (PT), com 4,09%. Veja a apuração para deputado estadual no estado.

Veja votação completa em Petrolândia (PE) nas eleições 2026:

Votação para presidente em Petrolândia (PE)

  1.      Lula (PT): 14.390 votos (74,89%)
  1. Flavio Bolsonaro (PL): 4.002 votos (20,83%)
  1. Escritor Augusto Cury (AVANTE): 387 votos (2,01%)
  1. Renan Santos (MISSÃO): 283 votos (1,47%)
  1. Ronaldo Caiado (PSD): 123 votos (0,64%)
  1. Zema (NOVO): 11 votos (0,06%)
  1. Samara (UP): 10 votos (0,05%)
  1. Veterinário Wilson Grassi (DEMOCRATA): 3 votos (0,02%)
  1. Rui Costa Pimenta (PCO): 2 votos (0,01%)
  1. Edmilson Costa (PCB): 2 votos (0,01%)
  1. Hertz Dias (PSTU): 2 votos (0,01%)
  1. Clariana Barao (DC): 1 votos (0,01%)

  • Brancos: 250 votos (1,25%)
  • Nulos: 538 votos (2,69%)

Votação para governador em Petrolândia (PE)

  1. João Campos (PSB): 9.775 votos (55,02%)
  2. Raquel Lyra (PSD): 7.822 votos (44,03%)
  3. Ivan Moraes (PSOL): 103 votos (0,58%)
  4. Renan (MISSÃO): 57 votos (0,32%)
  5. Professora Camila (UP): 8 votos (0,05%)
  6. Guilherme Fonseca (PSTU): 0 votos (0,00%)
  7. Victor Assis (PCO): 0 votos (0,00%)
  • Brancos: 581 votos (2,90%)
  • Nulos: 1.658 votos (8,29%)

Votação para senador em Petrolândia (PE)

  1. Marília Valença Rocha Arraes De Alencar (PDT): 10.399 votos (32,15%)
  2. Humberto Sergio Costa Lima (PT): 10.134 votos (31,33%)
  3. Eduardo Henrique Da Fonte De Albuquerque Silva (PROGRESSISTAS): 4.476 votos (13,84%)
  4. José Mendonça Bezerra Filho (PL): 3.555 votos (10,99%)
  5. Tulio Gadelha Sales De Melo (PSD): 2.029 votos (6,27%)
  6. Carlos Soares Sant'Anna (NOVO): 1.467 votos (4,54%)
  7. Paulo Rubem Santiago Ferreira (REDE): 226 votos (0,70%)
  8. Gilvan Oliveira Costa (DEMOCRATA): 32 votos (0,10%)
  9. Maria Gorett Bitu (UNIDADE POPULAR): 15 votos (0,05%)
  10. Samuel Timoteo Da Silva (UNIDADE POPULAR): 6 votos (0,02%)
  11. José Mariano De Macedo (PSTU): 4 votos (0,01%)
  12. Mailson Da Silva Neto (PCO): 1 votos (0,01%)
  • Brancos: 3.545 votos (8,86%)
  • Nulos: 4.119 votos (10,30%)

Deputados federais mais votados em Petrolândia (PE)

  1. Silvio Serafim Costa Filho (REPUBLICANOS): 5.048 votos (27,60%)
  2. Rosa Karina Souza De Amorim (PT): 1.586 votos (8,67%)
  3. José Carlos Veras Dos Santos (PT): 1.146 votos (6,27%)
  4. Fernando Monteiro De Albuquerque (PSD): 1.078 votos (5,89%)
  5. Jackson Soares Da Silva (PODEMOS): 761 votos (4,16%)
  6. Ricardo Teobaldo Cavalcanti (PODEMOS): 735 votos (4,02%)
  7. Eliane Maria Da Silva Soares (PSB): 591 votos (3,23%)
  8. Charlles Rekson Barboza De Lima (PSB): 557 votos (3,05%)
  9. Clodoaldo Magalhaes Oliveira Lyra (PV): 490 votos (2,68%)
  10. Maurício Rands Coelho Barros (AVANTE): 486 votos (2,66%)
  • Brancos: 1.224 votos (6,12%)
  • Nulos: 491 votos (2,45%)

Deputados estaduais mais votados em Petrolândia (PE)

  1. Bruno Matheus Carvalho Marques (PSB): 10.496 votos (56,73%) FILHO DA TERRA E FOI ELEITO
  2. Maria Regina Da Cunha (PODEMOS): 1.461 votos (7,90%)
  3. Ivete Caetano De Oliveira (PT): 757 votos (4,09%)
  4. Fabrizio Dario De Sa Ferraz (PODEMOS): 534 votos (2,89%)
  5. Alberto Jorge Do Nascimento Feitosa (PL): 525 votos (2,84%)
  6. Kaio Cesar De Moura Maniçoba Novaes Ferraz (PROGRESSISTAS): 355 votos (1,92%)
  7. Gerson De Lima Júnior (PL): 210 votos (1,14%)
  8. Andre Carvalho De Moura (AVANTE): 191 votos (1,03%)
  9. Roberta Macedo Bertino Arraes (PROGRESSISTAS): 182 votos (0,98%)
  10. Enoque Ferreira Da Costa Júnior (PL): 172 votos (0,93%)
  • Brancos: 973 votos (4,86%)
  • Nulos: 530 votos (2,65%)
Fonte: O Globo 
Blog Sertão News, 05/10/26

Mário Negromonte Jr. é reeleito deputado federal e agradece votação em Paulo Afonso - BA

Deputado federal conquistou novo mandato na Câmara dos Deputados e destacou o apoio recebido dos eleitores de sua cidade natal.

Imagem gerada por IA (por chicosabetudo)


O deputado federal Mário Negromonte Jr. (PSB) agradeceu aos eleitores de Paulo Afonso - BA após ser reeleito para mais um mandato na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.

Natural de Paulo Afonso, Mário Jr. voltou a obter votação expressiva no município. Após a confirmação do resultado das urnas, o parlamentar utilizou as redes sociais para agradecer a confiança dos eleitores e reforçar sua ligação com a cidade.

Com a reeleição, Mário Negromonte Jr. seguirá representando a Bahia na Câmara dos Deputados durante a legislatura que começa em 2027. O parlamentar já vinha exercendo mandato federal e garantiu a continuidade de sua atuação no Congresso Nacional.

Em Paulo Afonso, o resultado mantém o deputado entre os nomes de destaque na preferência do eleitorado local para a Câmara Federal. A votação também ganha relevância pela relação política e familiar de Mário Jr. com o município.

A nova legislatura terá início em 1º de fevereiro de 2027, quando os deputados federais eleitos e reeleitos assumirão seus mandatos.

por Site ChicoSabeTudo
Blog Sertão News, 05/10/26

Paulo Afonso - BA volta a ter deputado estadual após vitória de Neto Coelho

Imagem gerada por IA (CHICOSABETUDO)

O empresário Neto Coelho (PDT) foi eleito deputado estadual nas eleições de 2026 e se tornou o político mais votado de Paulo Afonso - BA. Ele era novo na política e investiu por conta e risco numa campanha que, no começo, era vista como improvável.

Em Paulo Afonso, Neto Coelho recebeu 10.395 votos, o equivalente a 17,55% dos votos válidos no município. No total geral, somando todas as cidades onde foi votado, ele chegou a 53.924 votos.

Candidato de oposição, Neto Coelho apoiava ACM Neto (União) na disputa eleitoral deste ano. Durante a campanha, era comum ouvir comentários de que ele desistiria no meio do caminho. Mas ele seguiu até o fim do processo eleitoral, mantendo a candidatura em todas as etapas da disputa.

A campanha cresceu "de fora para dentro", segundo a avaliação sobre a trajetória do candidato. Essa estratégia se mostrou acertada diante do resultado final nas urnas, surpreendendo até quem acompanhava de perto o pleito.

Com a vitória, Neto Coelho superou nomes já testados na política da região. Durante a campanha, ele defendeu a oportunidade de Paulo Afonso voltar a ter representação própria na Assembleia Legislativa, posto que estava vago desde a saída de Paulo Rangel, último deputado estadual do município a ocupar essa função.

por Site ChicoSabeTudo
Blog Sertão News, 05/10/26

Veja os 20 estados onde o governador foi eleito no 1º turno nas eleições 2026 no Brasil

Cleitinho Azevedo (Republicanos) eleito em Minas, © Agência Senado / Pedro França

A eleição para governador foi encerrada no primeiro turno, neste domingo, em 20 estados. Os vencedores conseguiram alcançar mais da metade (50% mais um) dos votos válidos, sem considerar os brancos e nulos, e foram eleitos.

Do total de governadores eleitos neste domingo (4/10), oito são do Nordeste, quatro do Norte, três no Sul, três do Centro-Oeste e dois do Sudeste.

Veja os estados e candidatos eleitos no 1º turno: 

Alagoas

JHC (PSDB) foi eleito governador de Alagoas. JHC ficou à frente de Renan Filho (MDB). João Henrique Caldas, o JHC, foi deputado estadual e deputado federal antes de ser eleito prefeito de Maceió em 2020 e reeleito em 2024. Renunciou à prefeitura em abril de 2026 para disputar o governo de AlagoaS.

Amapá

O candidato Dr. Furlan (PSD) foi eleito governador do Amapá. Ele tem 53 anos e nasceu em San José, na Costa Rica, mas é filho de brasileiros. É médico cirurgião cardiovascular, foi eleito deputado estadual em 2014 e reeleito em 2018. Em 2020, foi eleito prefeito de Macapá e reeleito em 2024. Em março deste ano, Dr. Furlan foi afastado do cargo após indícios de desvio de recursos federais destinados à construção do Hospital Geral Municipal. Logo após, ele renunciou ao mandato. 

Bahia

Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito governador da Bahia. Atual governador, Jerônimo Rodrigues é engenheiro agrônomo e professor universitário. Foi secretário estadual de Desenvolvimento Rural e de Educação e secretário nacional do Desenvolvimento Territorial. 

Ceará

Elmano de Freitas (PT) foi reeleito governador do Ceará. Atual governador, Elmano de Freitas é formado em Direito. Foi secretário de Educação de Fortaleza e deputado estadual por dois mandatos. Em 2012, disputou a prefeitura da capital cearense. Foi eleito governador em 2022.

Goiás

Daniel Vilela (MDB) foi reeleito governador de Goiás. Atual governador de Goiás, Daniel Vilela assumiu o cargo em março de 2026, após a renúncia de Ronaldo Caiado. Formado em direito, foi vereador, deputado estadual e deputado federal. Também presidiu a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Maranhão 

Eduardo Braide (PSD) foi eleito governador do Maranhão. Eduardo Braide foi prefeito de São Luís por dois mandatos, eleito em 2020 e reeleito em 2024. Antes, foi deputado estadual por dois mandatos e deputado federal. Em 2026, deixou a prefeitura para disputar o governo do Maranhão.

Mato Grosso

Veja quantos votos os famosos tiveram nas eleições 2026

© Reprodução / TV Record

Neste domingo (4/10), mais de 158 milhões de eleitores estavam aptos a votar para os cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. Alguns nomes famosos tentaram conquistar vagas nas eleições deste ano, mas nem todos se deram bem.

Com 100% das urnas apuradas, confira quantos votos algumas das celebridades que concorreram a cargos parlamentares receberam nas eleições de 2026.

Presidente

Escritor Augusto Cury (AVANTE): ficou com 2,89% nas urnas recebendo apenas 3.448.569 votos. Flávio Bolsona (PL) e Lula (PT) foram para segundo turno.

Deputados

Andréa Sorvetão (Democracia Cristã): ex-Paquita contabilizou apenas 2.529 votos e não foi eleita.

Antônia Fontenelle (PSDB): atriz somou 3.873 votos e terminou a eleição como suplente.

Caneta Azul (AVANTE): cantor Manoel Gomes somou 7.239 votos e não foi eleito.

Conrado (Democracia Cristã): cantor somou 2.282 votos pelo RJ e terminou a eleição como suplente.

Datena (PSB): apresentador contabilizou 51.078 votos e não foi eleito.

Frank Aguiar (Podemos): cantor recebeu apenas 7.146 votos e não foi eleito.

Geraldo Luís (AVANTE): apresentador registrou apenas 10.176 votos e não foi eleito.

Humberto Martins (Democracia Cristã): ator somou 1.124 votos e não foi eleito.

Inês Brasil (PSB): influenciadora somou 3.145 votos pelo RJ e terminou a eleição como suplente.

Marquito do Ratinho (PSD): humorista recebeu apenas 1.595 votos e não foi eleito.

Matteus Amaral (PP); ex-BBB somou 51.437 votos terminou a eleição como suplente.

Netinho De Paula (MDB): cantor recebeu apenas 19.336 votos e não foi eleito.

Rachel Sheherazade (PSD): jornalista e apresentadora contabilizou 22.453 votos e não foi eleita.

Sarah Poncio (Solidariedade): influenciadora registrou 20.474 votos e terminou a eleição como suplente.

Silvia Abravanel (PSD): apresentadora e filha de Silvio Santos somou 22.472 votos e não foi eleita.

Sikêra Jr. (Republicanos): apresentador registrou 37.050 votos e não foi eleito.

Tiririca (PSD): humorista somou 5.536 votos e não foi eleito.

Val Marchiori (Republicanos): empresária e apresentadora contabilizou 5.025 votos e não foi eleita.

Senado

Leila do Vôlei (Partido Democrático Trabalhista):  a ex-atleta apesar de ser bastante popular na política, somou apenas 686.340 votos, perdendo a vaga de senadora para Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL).

por Rafael Damas
via Notícias ao Minuto

Blog Sertão News, 05/10/26

Eleições 2026 no Brasil: Abstenção bate recorde e vai a 21%, com mais de 33 milhões de ausentes

© Prazo para justificar ausência no 2° turno termina nesta quinta-feira

RIO DE JANEIRO, RJ, MONTERREY, MÉXICO E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O primeiro turno das eleições deste ano registrou 21,08% de abstenção, a maior já vista no primeiro turno, com 33,4 milhões de brasileiros ausentes, de acordo com dados da Justiça Eleitoral apurados em 99,9% das urnas.

Na última eleição presidencial, de 2022, o índice foi de 20,79%, com 32,7 milhões de brasileiros ausentes no primeiro turno.

Os votos inválidos, que representam a soma entre os brancos e os nulos, totalizaram 4,77% (com 2,93% de nulos e 1,84% de brancos) na disputa presidencial. Há quatro anos, o índice de inválidos foi de 4,25% no primeiro turno, com 1,43% de brancos e 2,82% de nulos.

A abstenção cresce desde 2006, com alta de 4,2 pontos percentuais desde então.

A última eleição presidencial teve pela primeira vez uma queda do não comparecimento às urnas no segundo turno, registrando 20,57%. Especialistas atribuem a reversão ao acirramento da disputa entre o presidente Lula (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Os estados com a maior taxa de abstenção neste primeiro turno foram Mato Grosso do Sul (23,87%), Rio de Janeiro (23,32%), Minas Gerais (22,79%) e São Paulo (22,54%), locais em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) teve mais votos do que o presidente Lula.

Os menores percentuais foram registrados no Ceará (15,52%), Roraima (17,12%), Piauí (17,16%) e Sergipe (17,30%). À exceção do estado da região Norte, os demais deram vitórias a Lula.

Dados da Justiça Eleitoral na eleição de 2022 indicam que o perfil dos eleitores que se abstém é formado majoritariamente por homens, com menor grau de instrução e nas faixas etárias entre 21 e 29 anos e acima de 70 anos -nesta última faixa, o voto não é obrigatório.

Em 2022, analfabetos registraram 52% de abstenção no primeiro turno e 49,3% no segundo. Entre os eleitores com ensino superior completo, a taxa foi de 12,4%.

Os dados detalhados sobre o perfil de ausentes do primeiro turno de 2026 ainda não estão disponíveis.

O pleito deste ano teve o menor engajamento nas campanhas desde a redemocratização. É a primeira eleição em décadas sem debate entre os principais candidatos e o grau de interesse medido nas pesquisas é baixo.

Cientistas políticos afirmam que não existem pesquisas que ofereçam um diagnóstico sobre o fenômeno. Descrevem, porém, um somatório de hipóteses para a persistência da abstenção a cada eleição geral deste século.

Além de uma ressaca das duas últimas disputas, apontada por especialistas, as razões da abstenção vão da dificuldade para acessar os locais de votações, mais comum na região amazônica e pequenas cidades, até a desatualização do cadastro de eleitores.

O voto é obrigatório para todas as pessoas entre 18 e 70 anos, à exceção de analfabetos. O eleitor pode justificar sua ausência por meio do aplicativo e-Título, do TSE, sem necessidade de documento comprobatório. Caso não o faça no prazo, paga uma multa de R$ 3,51 por turno em que não compareceu. O título é cancelado após três ausências.

Em 2025, 5 milhões de pessoas tiveram o título cancelado após faltarem nos últimos três pleitos.

A facilidade em deixar de votar, para especialistas, também se reflete na queda paulatina dos votos inválidos para diferentes cargos. Em 2018, por exemplo, a soma dos votos branco e nulo foram de 8,79%. Em 2002, foi de 10,39%.

Por esta interpretação, os eleitores estariam privilegiando a abstenção em contraponto ao registro de votos inválidos nas urnas.

por Folhapress
via Notícias ao Minuto

Blog Sertão News, 05/10/26

André Janones reeleito para o 3º mandato de deputado federal em Minas parabenizou e falou sobre Cleitinho eleito para o governo mineiro

ENQUANTO A GENTE FALA DE SOBERANIA E TERRAS RARAS, ELE FALA DE POVO!



Cleitinho é de esquerda, mas não dessa esquerda caviar nojenta, elitista e arrogante, que muitas vezes conversa mais consigo mesma do que com o povo. É da esquerda popular, que fala de salário, emprego, comida na mesa e dignidade. A mesma que levou Lula ao poder, mas acabou engolida por discussões distantes das preocupações de quem acorda cedo e precisa fazer o salário durar até o fim do mês.

Mas Cleitinho também é de direita. Não dessa direita que é contra o fim da escala 6x1 e parece mais preocupada com porte de arma do que com o trabalhador. É da direita que defende a vida, é contra o aborto, acredita em menos impostos para quem trabalha e empreende e respeita a família e a fé.

Então ele é de direita ou de esquerda? Ele é POVO! Quem briga por direita e esquerda como dois times de futebol somos nós: políticos, militantes, jornalistas e influenciadores. O que o povo quer é comida na mesa, salário digno, oportunidade e respeito por isso eles podem apoiar uma pauta de esquerda hoje e uma de direita amanhã.

No final das contas, ele não foi subestimado por ser de direita ou por seu suposto despreparo, mas sim por sua origem. Por falar como o povo fala, se vestir como o povo se veste e vir de onde o povo vem.

Parte da elite política não aceita quando alguém que deveria, na visão dela, ficar do lado de fora atravessa a porta e senta à mesa, e confundem simplicidade com incapacidade, jeito popular com falta de inteligência e origem humilde com despreparo.

Eu conheço o Cleitinho como pessoa, conheço seu coração e o considero um amigo, e acredito MUITO que ele pode ser o nome que o país tanto espera, e que será capaz de romper essa famigerada polarização que tanto mal tem feito ao nosso país.

Sei que muitos vão debochar, mas só peço que salvem esse post e aguardem! Quem viver, verá! 

PS: Se a gente deixasse de falar de terras raras, de soberania , de bosta de agenda woke e etc, e voltássemos a falar pro povo, igual ele, talvez o cenário ontem teria sido outro. 



Fonte: Instagram

Blog Sertão News, 05/10/26 

Flávio Bolsonaro fica com 47%, Lula com 45% e vão disputar 2º turno

© Divulgação

Neste domingo (4/10), mais de 158 milhões de eleitores estão aptos a votar para os cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. Para o cargo de presidente, Flávio Bolsonaro (Partido Liberal) ficou em primeiro lugar com 47%, Lula (Partido dos Trabalhadores) em segundo com 45%, com os dois candidatos disputando o 2º turno das eleições.

Na abertura da contagem dos votos, com 10% de apuração Flávio Bolsonaro (PL) aparecia com 51% dos votos, Lula (PT) com 41%, depois Augusto Cury (AVANTE) com 2,9%, Ronaldo Caiado (PSD) com 2,3%, Renan Santos (MISSÃO) 2,2, com os demais candidatos marcando menos de 1%.

Com 48% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro aparecia com 50% dos votos, Lula com 42%, Ronaldo Caiado com 2,39%, Renan Santos 2,31. 

Com 65% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro caia para 49% dos votos, Lula chegava a 43%, já indicando um segundo turno entre os candidatos.

Quando atingiu 85% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro caia para 48% dos votos, Lula chegava a 44%.

Com 95% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro caia para 47,5% dos votos, Lula chegava a 44,5%, levando os candidatos para o segundo turno. No totalidade, o filho do ex-presidente fechou com 47,03% e o atual presidente marcou 45,16%.

Segundo Turno

O segundo turno das eleições de 2026 está marcado para domingo, 25 de outubro. A nova votação será necessária nas disputas para presidente e também para governador onde nenhum candidato conquistou mais da metade dos votos.

por Rafael Damas
do Notícias ao Minuto

Blog Sertão News, 05/10/26

Raquel Lyra é reeleita governadora de Pernambuco

Candidata do PSD teve 53,27% dos votos válidos e foi reeleita neste domingo (4). Segundo colocado, João Campos (PSB) teve 44,82%.

Raquel Lyra (PSD) após ser reeleita governadora de Pernambuco — Foto: Reprodução/TV Globo

Raquel Lyra (PSD) foi reeleita, neste domingo (4/10), governadora de Pernambuco (veja vídeo acima). Ela teve 53,27% dos votos válidos, o que equivale a 2.805.438 votos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora reeleita é Priscila Krause (PSD).

Primeira mulher eleita governadora da história de Pernambuco, Raquel Lyra também se torna a primeira governadora reeleita do estado. Ela votou em Caruaru, no Agreste do estado, por volta das 9h40, acompanhada dos dois filhos.

Segundo colocado, João Campos (PSB) teve 44,82% dos votos válidos, o que equivale a 2.360.469 votos. Essa é a primeira derrota eleitoral da carreira dele, que foi eleito deputado federal com votação recorde em 2018 e venceu duas vezes a disputa pela prefeitura do Recife, em 2020 e 2024, quando foi reeleito.

Raquel Lyra foi matematicamente eleita às 20h56, com 96,25% das seções apuradas. Ela tinha 53,21% dos votos válidos e João Campos, 44,84%.

Ela é quarta governadora a ser reeleita na história do Brasil, após Roseana Sarney, do Maranhão, em 1998; Wilma de Faria, no Rio Grande do Norte, em 2006; e Fátima Bezerra, também do Rio Grande do Norte, em 2022.

Em seu primeiro discurso após a reeleição, Raquel Lyra afirmou que "Pernambuco decidiu que a gente merece continuar". Ela também agradeceu aos pernambucanos pela votação.

"Eu quero que minhas primeiras palavras sejam de gratidão. Gratidão pelos pernambucanos que decidiram que valia a pena seguir com uma mulher do interior que busca todos os dias trabalhar para representar todas as mulheres e fazer o governo chegar aonde nenhum governo chegou. Quero aqui agradecer, porque a gente trabalhou de maneira incansável nesses três anos e dez meses. A campanha foi apenas um momento a mais. Trabalhar para que as pessoas possam ser mais felizes onde vivem e a gente avançou”, disse a governadora reeleita.

Como foi a disputa

O equilíbrio entre dois candidatos na liderança das pesquisas e embates sobre formas de governar deram o tom da eleição. Após uma disputa pulverizada entre cinco candidaturas competitivas em 2022, o 1º turno de 2026 foi polarizado entre Raquel Lyra e João Campos desde o início. Em todas as pesquisas, os dois candidatos somavam a quase totalidade dos votos, o que deu "ares" de 2º turno ao pleito.